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5/31/2007

Sobre as season finales - Parte 3 (House)


Foi uma finale estranha.

Com alguns ajustes (talvez uma subtrama para Wilson e Cuddy, que foram apenas figurantes) poderia até mesmo ser uma series finale. O casal cubano que atravessou o oceano para ser tratado por House (Fidel deixou eles saírem? A alfândega deixou eles entrarem no país?) se apresentou como um desafio mais complicado do que se podia se pensar a princípio. A resposta do nosso Doutor preferido ao descobrir do que se tratava foi priceless:

"It wasn't human error. It was God's error."

A relação de House com seus três pupilos atingiu contornos inesperados nesse episódio (dificilmente eles manterão o desfecho mostrado aqui). Os roteiristas terão que se esforçar para fazer algo crível.

E o diálogo que Greg tem com Foreman nos minutos finais foi brilhante, e talvez tenha sido ainda melhor para os mais fanáticos que adoram discutir a psique do personagem (Fer? ;).

E apesar da temporada 2006-2007 ter acabado oficialmente com a finale de Lost, nem todas as séries se encerraram. A series finale de Studio 60 - com um desfecho, já que o destino do show já estava selado quando os últimos roteiros foram escritos - vai ao ar no final de junho. E daqui a dois domingos, tem o mais-que-esperado fim de Família Soprano - que se minha faculdade deixar, terá cobertura exclusiva desse humilde blog. :)

10/06/2006

Bloopers

Erros de Gravação de House:




Erros de Gravação de Veronica Mars:




Erros de Gravação de Smallville:

9/28/2006

9/09/2006

Música da Semana (3)

"You Cant Always Get What You Want"

Composição: Mick Jagger e Keith Richards


I saw her today at the reception
A glass of wine in her hand.
I knew she was gonna meet her connection,
At her feet was a footloose man.

And you can't always get what you want,
Honey, you can't always get what you want.
You can't always get what you want
But if you try sometimes, yeah,
You just might find you get what you need!

I went down to the demonstration
To get our fair share of abuse,
Singing, "We gonna vent our frustration."
If we don't we're gonna blow a fifty amp fuse.
So, I went to the Chelsea Drugstore
To get your prescription filled.
I was standing in line with my friend, Mr. Jimmy.
And man, did he look pretty ill.
We decided that we would have a soda,
My favorite flavour was cherry red.
I sing this song to my friend, Jimmy,
And he said one word to me and that was "dead."
And I said to him

And you can't always get what you want, honey.
You can't always get what you want.
You can't always get what you want.
But if you try sometimes, yeah,
You just might find you get what you need!

I saw her today at the reception.
In her glass was a bleeding man.
She was practiced at the art of deception;
I could tell by her blood-stained hands.

And you can't always get what you want, honey.
You can't always get what you want.
You can't always get what you want,
But if you try sometimes, yeah,
You just might find you get what you need!

And you can't always get what you want, honey,
You can't always get what you want,
You cant always get what you want,
But if you try sometimes, yeah,
You just might find you get what you need


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(auto-explicativo)


9/06/2006

Everybody Lies









E a terceira temporada de House começou com tudo. Ao mesmo tempo, ela homenageia a série (a frase de Wilson no final do episódio, bem como a música) e a subverte (estaria House começando a se importar com os pacientes? ).

Se continuar nesse ritmo, com certeza vai estar entre as melhores séries da temporada (novamente). Demais, demais, demais.


8/04/2006

This is God

2 ª Posição

“I don't ask why patients lie. I just assume they all do.”


Nome: Dr. Gregory House
Interpretado por: Deus
Série: House
Emissora: FOX (EUA); Universal (Brasil)


Não vou nem perder muito tempo falando sobre a esnobada que Hugh Laurie (aka: Deus) recebeu do Emmy, enquanto a série foi indicada. Todo mundo sabe que ele É a série.

Qual a razão do fascínio que Greg House exerce sobre todos que assistem à série? Tá, todos sabem que ele consegue descobrir a solução de qualquer caso, por mais intrincado que ele seja. O seu humor ácido, responsável por alguns dos momentos mais engraçados da TV dos últimos dois anos também desempenha um papel importante. Mas será que é só isso?

Fazendo uma análise mais profunda, o motivo para gostarmos dele talvez não seja tão óbvio. House é, antes de qualquer coisa, um desgraçado (miserable, em inglês) e os seus “coices” são, aquilo que todos nós gostaríamos de dizer ou fazer. É como aquela frase de Mário Quintana:


“(...) se a gente consegue expressar com toda felicidade toda sua infelicidade, ja não será tão infeliz."


Com House ocorre justamente o contrário. Ele, assim como todos nós (?) é infeliz. Mas ele é o único com coragem de demonstrar isso pra quem quiser ver.

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Tá, é meio off-topic, mas isso é genial.

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E em breve: previsões para o Emmy!

(isso se eu terminar de escrevê-las antes do Emmy ir ao ar...)